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quinta-feira, 25 de junho de 2015

JOAQUIM TEIXEIRA À BEIRA DO PÓDIO EM SANTA MARTA

O Campeonato Nacional de Montanha regressou a Santa Marta de Penaguião e Joaquim Teixeira obteve o quarto lugar da Categoria 2. Ainda assim, o piloto de Murça foi condicionado por problemas de caixa no Porsche 911 GT4.
Era uma das novidades no calendário deste ano e o certo é que o regresso do Nacional de Montanha a Santa Marta de Penaguião teve um balanço positivo. Joaquim Teixeira, um dos mais conceituados e experientes pilotos do CNM, comentou o regresso da rampa transmontana: “Penso que foi uma boa aposta da autarquia de Santa Marta, que juntou muito público principalmente no domingo. O traçado era uma mistura da antiga rampa com uma zona nova muito rápida, penso que era muito engraçado mas com algumas dificuldades principalmente a nível de pavimento”, referiu.
Desportivamente, a prova terminou com o quarto lugar na Categoria 2 e terceiro entre os GT, numa ronda onde o piloto de Murça foi condicionado por problemas de caixa: “Considero este um resultado negativo depois do que consegui nas subidas de sábado. O carro nunca esteve a 100 por cento ao nível da caixa, e isso teve reflexo na classificação final. Sabia que nunca chegaria ao António Nogueira, mas podia e devia ficar à frente dos meus adversários do Skoda Fabia S2000 e do Porsche GT3. Por isso acho o resultado muito desanimador e estou a repensar tudo a partir de agora. Não sei se vale a pena continuar a correr nestas condições”, afirmou Joaquim Teixeira.
Sob intenso calor, o piloto do Porsche estabeleceu como melhor registo a marca de 2m03,065s mas defende que “era possível pelo menos entrar no segundo 01. No domingo comecei logo a ter problemas nas subidas, na primeira fiz grande parte do traçado com a 2º velocidade engrenada, porque cada vez que tentava passar para 3º a mudança não entrava. Esta situação fez-me perder muito tempo e não consegui baixar o meu tempo, o que estou certo iria conseguir em função do ritmo que imprimi no sábado. Depois de se resolver em parte a situação, que se resumiu a reapertar o seletor de caixa, na segunda subida ao reduzir para a última rotunda fiquei em ponto morto, o que me fez perder mais tempo e se refletiu no tempo da subida. Por fim, na última já nada havia a fazer porque o asfalto estava muito quente”, explicou.
A prova naturalmente mais especial para Joaquim Teixeira está marcada para os próximos dias 4 e 5 de julho, com a emblemática Rampa Porca de Murça.

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