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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

MIGUEL COSTA FAZ BALANÇO POSITIVO PARA A M.CO RACING TEAM

O Campeonato Nacional de Ralis terminou no Algarve e a M.CO Racing Team voltou confirmar a sua competitividade num escalão onde se estreava. Os resultados de Joaquim Alves e Manuel Castro em 2015 mostram a qualidade da equipa de Santa Maria da Feira.

A M.CO Racing Team conta com elementos experientes no mundo dos ralis em Portugal mas a formação de Santa Maria da Feira só foi oficialmente formada em 2014. Este ano, a equipa liderada por Miguel Costa deu o passo lógico ao estrear-se no Campeonato Nacional de Ralis, que terminou no último Rali Casinos do Algarve.
Joaquim Alves, piloto do Skoda Fabia S2000, chegou a conseguir tempos no top 5 entre um pelotão recheado de máquinas R5 e pilotos consagrados, revelando um ritmo muito consistente ao longo de toda a prova. No final, o piloto do Skoda obteve o sétimo lugar da geral e mereceu elogios por parte de Miguel Costa. “O Joaquim (Alves) acabou a época com um bom andamento, atendendo a que se trata de um piloto que só começou a fazer ralis há dois anos e que antes guiava um Renault Clio R3. Acho que própria equipa também fez um excelente trabalho com o S2000, que cumpriu todas as especiais do campeonato sem problemas mecânicos”, analisou o diretor da M.CO.
Manuel Castro, ao volante do Mitsubishi Lancer Evo IX, foi menos feliz no Algarve já que um incidente nos reconhecimentos impediu-o de treinar as primeiras especiais do rali. Isso teve reflexos logo na PEC1 onde Manuel Castro não evitou um toque, sendo depois atraiçoado por uma ribeira que causou problemas a vários pilotos. “Entrou água para o motor e o carro calou-se”, revela Miguel Costa. “Foi pena porque acho que o Manuel Castro merecia um final de época melhor. Ele foi vice-campeão nacional de Produção só atrás de um piloto com os créditos do Adruzilo Lopes.”

O terceiro piloto da equipa no Algarve foi Vítor Ribeiro, mas a estreia do piloto no CNR acabaria por ficar condicionada por um problema no depósito de combustível, que impediu o Mitsubishi Lancer de alinhar à partida. “Parece haver um defeito específico nesta peça porque foi a terceira vez que nos aconteceu este ano e o depósito era completamente novo. Deverá estar relacionado com os materiais do depósito”, apontou Miguel Costa.
Ainda assim, o responsável da equipa faz um balanço positivo desta estreia da M.CO no Campeonato Nacional: “Considero que atingir esta performance logo no primeiro ano é muito positivo. A equipa soube trabalhar com competência em máquinas tão diferentes como um S2000 ou os Grupo N. Acho que a experiência que todos acumulámos vai tornar-nos ainda mais fortes para 2016. Quero sobretudo agradecer o apoio de todos os patrocinadores e a dedicação dos colaboradores da equipa. Espero poder contar com todos na próxima época”, concluiu o diretor da M.CO.

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